Terça, 16 Abril 2019 07:40

Casos de caxumba aumentam no DF

Nos primeiros 100 dias do ano já ocorreram 420 casos. Em todo o ano de 2018 foram 720

Os casos de caxumba têm aumentado no Distrito Federal. De acordo com o último levantamento da Secretária de Saúde, o DF registrou 762 casos de caxumba em todo o ano de 2018, uma média de 63 casos por mês. Em contrapartida, só nestes primeiros 100 dias do ano já ocorreram 420 casos.

Na última sexta-feira (12), houve 12 novas suspeitas. Na data, uma agência da Caixa foi interditada temporariamente por Técnicos da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Divep) para que se confirmassem os casos. As 12 pessoas são funcionários terceirizadas do banco federal.

A caxumba- Paroditite infecciosa- é uma doença viral aguda, de transmissão respiratória, causada pelo vírus Paramyxovirus. O contágio ocorre por meio do contato com gotículas de salivas de pessoas infectadas.

Tratamento

Não existe um tratamento específico para a doença. A forma mais eficaz de combate é a vacinação quando criança. As pessoas que não foram vacinadas na época podem recorre a qualquer unidade básica de saúde do Distrito Federal. Segundo a secretaria, elas estão disponíveis durante o ano todo.

Para crianças e adolescentes de até 19 anos, são ministradas duas doses. Para pessoas com idade entre 20 e 49 anos, é necessária apenas uma dose da vacina tríplice viral- caxumba, sarampo e rubéola. Quem já tomou as doses, não precisa reforçá-las.

TRANSMISSÃO – A caxumba (Paroditite infecciosa) é uma doença viral aguda, de transmissão respiratória, causada pelo vírus Paramyxovirus. O contágio se dá por meio do contato com gotículas de salivas de pessoas infectadas.

Na maioria das vezes, a doença produz sintomas discretos ou que nem mesmo aparecem. As manifestações mais comuns, quando ocorrem, são febre, calafrios, dores de cabeça, musculares, ao mastigar ou engolir, além de fraqueza. Uma das principais características da caxumba é o aumento das glândulas salivares próximas aos ouvidos, que fazem o rosto inchar.

A incubação da doença varia de 12 a 25 dias, sendo, em média, 16 a 18 dias o período de transmissão. Na situação de notificação de casos aglomerados, os pacientes precisam ficar isolados e deve ser avaliada a caderneta de vacinação de todos que tiveram contato com eles.

Por não existir tratamento específico para a doença, a melhor forma de combate continua sendo a vacinação ainda quando criança.

VACINAÇÃO – Na rede pública de saúde, a vacina tríplice viral (caxumba, sarampo e rubéola), aplicada aos 12 meses de vida, e a tetra viral (caxumba, sarampo, rubéola e varicela), aplicada aos 15 meses de vida, protegem contra a doença.

Para crianças e adolescentes de até 19 anos, são ministradas duas doses. Para pessoas com idade entre 20 e 49 anos, é necessária apenas uma dose da vacina tríplice viral. Se a pessoa já tiver duas doses da vacina, não é necessário tomar mais nenhuma.

A imunização está disponível, ao longo de todo o ano, nas salas de vacina das Unidades Básicas de Saúde.

Caxumba - Transmissão, prevenção (Secretaria de Saúde do Distrito Federal)

Fonte: https://www.destakjornal.com.br/cidades/brasilia/detalhe/casos-de-caxumba-aumentam-no-df e http://www.saude.df.gov.br/secretaria-de-saude-apura-supostos-casos-de-caxumba-em-agencia-bancaria/

Lido 2477 vezes Última modificação em Terça, 16 Abril 2019 07:46